O açúcar é mesmo nocivo a saúde? O Dr. Filippo Pedrinola traz um texto interessante com algumas curiosidades sobre o açúcar.
Dez coisas que você precisa saber sobre o açúcar
- Açúcar vicia? Ele afeta os hormônios cerebrais? (serotonina e dopamina) que proporcionam bem-estar. O efeito não é o mesmo causado pelas drogas, mas pode, sim, “bagunçar” cérebro e corpo.
- Perder o controle da quantidade ingerida ou ficar mal-humorado quando não come um docinho são alguns dos sintomas do excesso ou falta do açúcar.
- Comer chocolate proporciona bem-estar porque o açúcar cai rapidamente no sangue e aumenta os níveis de serotonina. O açúcar também esta em frutas, vegetais e lacticínios, mas as fibras e proteínas desses alimentos retardam o pico da glicose.
- Se você costuma beliscar batatas fritas, salgadinhos e pão branco, saiba que o amido desses alimentos pode se transformar rapidamente em açúcar no sangue.
- Uma boa dica para lidar com a compulsão: evite ter doces em casa. Se a vontade for incontrolável, vá até uma doceria, coma um chocolate e volte para casa. Sem levar nada para viagem.
- Alimentos ricos em proteínas magras, como carne, frango, peixe, iogurte, ovos ou shakes, tem alto poder de saciedade porque são digeridos lentamente. E não causam picos de glicose no sangue. Invista neles.
- Fibras promovem saciedade, não deixam a glicose subir nem tem o rebote da hipoglicemia. Sem contar que seu intestino vai funcionar melhor. Boa alternativa também.
- Exercícios podem “curar” o vicio do açúcar, já que melhoram a química do cérebro. Pessoas que malham começam a se sentir melhor e podem passar a desejar alimentos mais saudáveis.
- Mesmo que você não leia a palavra açúcar no rotulo, ele pode estar la escondido como néctar de agave, xarope de arroz marrom ou de frutose, dextrose ou suco de cana evaporado. Atenção
- O consumo de açúcar por si só não causa diabetes. Mas o excesso pode levar ao fanho de peso e uma alta produção de insulina. Se esse processo continuar, o corpo pode desenvolver resistência a tal hormônio, o que aumenta os riscos.
Por: Dr. Filippo Pedrinola, Endocrinologista

